Melhor que o desempenho dos atletas neste Pan foi a vaia ministrada a sua excelência o presidente da República, na abertura do evento. Lula ficou magoado. Tadinho! Provou do mesmo veneno que sempre destilou quando era pedra e não vidraça.
Depois, garantiu que foi tudo orquestrado. Realmente, uma orquestração que reunia pessoas das mais diversas partes do país, que nunca tinham se visto e que ao verem o ilustre mandatário da nação tiveram a mesma idéia: vaiar!!! Porque a situação deste país está além de qualquer esculhambação que já se assistiu.
De fato, é ouro para a torcida brasileira, que mostrou que nem todos estão tão satisfeitos como as recentes pesquisas de opinião insistem em afirmar.
Extraído do Blog do Noblat - compre uma camiseta da vaia ao Lula no Pan2007/ não ganhamos comissão, o objetivo é só encher o saco do Lula. Aliás, já aguentamos tanto o PT, que agora é hora de dar o troco ou melhor: vaias!
http://www.camisaonline.com.br/estampa_info.php?imgF=arquivos/cat/Esportes/jogos%20panamericanos/p/af_5514_37263.jpg&a=100&l=100&img_id=37263&c=F
quarta-feira, 18 de julho de 2007
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Lágrimas de Crocodilo
Um advogado conhecido preparou a peça de uma ação sobre a crise nos aeroportos, enfatizando a questão emocional do cliente, retido por um dia em Guarulhos, quando deveria ter chegado ao seu local de destino. Desconheço os meandros do Direito. Porém, o que me chamou atenção foi a ênfase no emocional, quando o que se está exigindo é pura e simplesmente o direito do consumidor. Oras, se o contrato de viagem prevê que a referida seja realizada tal dia. Ponto. Ela deve ser no dia combinado, nem antes e nem depois.
Ao refletir sobre esse assunto de pronto lembrei-me do depoimento do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), chegando às lágrimas no plenário. Aliás, Roriz não foi o primeiro e nem o último a chorar ao se defender de acusações que garante serem injuriosas ou arquitetadas por seus inimigos. O Congresso tem virado um verdadeiro vale de lágrimas.
Neste caso o chororó não surtiu efeito. Quero crer que a orientação para que Roriz vertesse copiosas lágrimas tenha partido de seu advogado, que não sei quem é. A tática, usada à exaustão em Brasília nos últimos anos, não comove mais ninguém. É bom que assim seja. Melhor ainda que haja punições exemplares (ó credulidade!).
Por outro lado, Roriz é bastante versátil em sua pantomima. Agora dá risada, diante da impunidade. Renunciar para não ser cassado e se tornar inelegível. Ele acredita na memória curta do eleitorado, que infelizmente é capaz de reconduzi-lo ao Senado, lembrando-se apenas de suas "lágrimas de crocodilo".
É, tenho que dar a mão à palmatória! Está certo o advogado lá do começo da história em apelar para o emocional e não para o que é direito e justo.
Ao refletir sobre esse assunto de pronto lembrei-me do depoimento do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), chegando às lágrimas no plenário. Aliás, Roriz não foi o primeiro e nem o último a chorar ao se defender de acusações que garante serem injuriosas ou arquitetadas por seus inimigos. O Congresso tem virado um verdadeiro vale de lágrimas.
Neste caso o chororó não surtiu efeito. Quero crer que a orientação para que Roriz vertesse copiosas lágrimas tenha partido de seu advogado, que não sei quem é. A tática, usada à exaustão em Brasília nos últimos anos, não comove mais ninguém. É bom que assim seja. Melhor ainda que haja punições exemplares (ó credulidade!).
Por outro lado, Roriz é bastante versátil em sua pantomima. Agora dá risada, diante da impunidade. Renunciar para não ser cassado e se tornar inelegível. Ele acredita na memória curta do eleitorado, que infelizmente é capaz de reconduzi-lo ao Senado, lembrando-se apenas de suas "lágrimas de crocodilo".
É, tenho que dar a mão à palmatória! Está certo o advogado lá do começo da história em apelar para o emocional e não para o que é direito e justo.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Pró-Memória
O Sesi de Mogi Guaçu abre inscrições para a 2a. etapa da Oficina de Treinamento de Memória, a partir do dia 20 de julho. Há taxa de inscrição (R$ 15) e os encontros semanais têm duração de quatro meses. A oficina é direcionada a maiores de 55 anos, acontecendo às 3as. feiras, das 8h00 às 11h00, na sede da entidade no Jardim Novo II. As vagas são limitadas.
A primeira etapa encerrou-se em 21 de junho com uma exposição organizada pelos oito participantes. Cada um trouxe para a mostra elementos do resgate de sua história pessoal através de fotos, escritos, objetos, roupas e lembranças, formando uma colcha de retalhos das décadas passadas. Pode-se perguntar: "mas o que isso tem a ver com a memória?"
A resposta é: tudo. Porque, como foi bem destacado durante cada aula, quando a memória está ligada à emoção, os mínimos detalhes não passam despercebidos. Os relatos no grupo, além de interessantíssimos, demonstraram que o cérebro retém em seus milhares de escaninhos muito mais do que se imagina.
Já a parte prática da oficina fez cada participante treinar a atenção, forçar o raciocínio, buscar o novo e "desligar o piloto automático" que nos move no dia a dia, melhorando significativamente a qualidade de vida de cada um.
Ainda retomando a exposição realizada. Os cerca de 400 visitantes, em sua maioria estudantes de educação infantil e ensino básico do Sesi, mostraram-se bastante interessados. Tiveram oportunidade de conhecer aspectos de diferentes períodos brasileiros, recebendo informações que poderão levá-los a ser mais curiosos em relação a sua própria história e de sua família. Um exemplo: logo teremos o feriado estadual de 9 de julho - homenageando a Revolução Constitucionalista de 1932, levada a cabo pelos paulistas e, entre eles, muitos guaçuanos. Praticamente nenhum estudante tinha a menor informação sobre esse episódio, documentado ali através de um livro e de um relato. Com certeza entre os antepassados destas novas gerações estiveram alguns ex-combatentes. Porém, o distanciamento é grande e os mais jovens simplesmente não têm quem lhes conte essas histórias.
Para um país sem memória nada melhor que motivar os estudantes a efetuarem um resgate de si próprios, da sua cidade e da importância que os fatos de ontem e de hoje têm sobre o futuro. Isso é despertar a cidadania e quem sabe criar um espírito mais lúcido e crítico.
Mais informações sobre esse projeto sócio-cultural pode ser obtido no site:
http://www.sesisp.org.br/home/2006/sociocultural/
A primeira etapa encerrou-se em 21 de junho com uma exposição organizada pelos oito participantes. Cada um trouxe para a mostra elementos do resgate de sua história pessoal através de fotos, escritos, objetos, roupas e lembranças, formando uma colcha de retalhos das décadas passadas. Pode-se perguntar: "mas o que isso tem a ver com a memória?"
A resposta é: tudo. Porque, como foi bem destacado durante cada aula, quando a memória está ligada à emoção, os mínimos detalhes não passam despercebidos. Os relatos no grupo, além de interessantíssimos, demonstraram que o cérebro retém em seus milhares de escaninhos muito mais do que se imagina.
Já a parte prática da oficina fez cada participante treinar a atenção, forçar o raciocínio, buscar o novo e "desligar o piloto automático" que nos move no dia a dia, melhorando significativamente a qualidade de vida de cada um.
Ainda retomando a exposição realizada. Os cerca de 400 visitantes, em sua maioria estudantes de educação infantil e ensino básico do Sesi, mostraram-se bastante interessados. Tiveram oportunidade de conhecer aspectos de diferentes períodos brasileiros, recebendo informações que poderão levá-los a ser mais curiosos em relação a sua própria história e de sua família. Um exemplo: logo teremos o feriado estadual de 9 de julho - homenageando a Revolução Constitucionalista de 1932, levada a cabo pelos paulistas e, entre eles, muitos guaçuanos. Praticamente nenhum estudante tinha a menor informação sobre esse episódio, documentado ali através de um livro e de um relato. Com certeza entre os antepassados destas novas gerações estiveram alguns ex-combatentes. Porém, o distanciamento é grande e os mais jovens simplesmente não têm quem lhes conte essas histórias.
Para um país sem memória nada melhor que motivar os estudantes a efetuarem um resgate de si próprios, da sua cidade e da importância que os fatos de ontem e de hoje têm sobre o futuro. Isso é despertar a cidadania e quem sabe criar um espírito mais lúcido e crítico.
Mais informações sobre esse projeto sócio-cultural pode ser obtido no site:
http://www.sesisp.org.br/home/2006/sociocultural/
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Desabafo
Moro num país tropical, que dizem abençoado por Deus, porém dotado da pior espécie de políticos... No qual todos visam apenas os seus interesses pessoais. Moro em um país tropical onde o presidente da República, inebriado pelo poder, contrata para cargos especiais cerca de 22 mil pessoas, mas não tem verba para dar um reajuste decente aos aposentados, aliás, velhos, que deveriam ficar quietinhos em seu canto, segundo ele. Moro em um país tropical onde o cáos aéreo é atribuído ao "boom econômico". Possivelmente deve ser nas contas daqueles que conseguiram triplicar seus rendimentos nos últimos quatro anos, comprando bois que não existem e vendendo a açougues imaginários. Moro em um país tropical em que o presidente do Senado se acha melhor que qualquer um e conta com aliados para esticar o assunto de sua cassação até conseguir tirá-lo do foco. E ainda posa para fotos fazendo charminho com uma senadora que usa óleo de peroba e não maquiagem.
Moro em uma cidade do interior ... com ruas esburacadas, sujas, porém, dotadas de lombadas estranhas, verdadeiros degraus nas avenidas, inclusive nas subidas como é o caso da Avenida padre Jaime...Quanta criatividade em engenharia...
Moro em uma cidade do interior sabendo que posso ser assaltada a qualquer hora do dia e em qualquer lugar, mesmo dentro da minha casa. Ou atropelada por um motociclista que não respeita as leis de trânsito, sem ver por perto nenhuma autoridade que o coiba. Moro em uma cidade do interior onde a fuligem da queimada da cana danifica a saúde das pessoas, sem que as autoridades ambientais tomem qualquer providência. Moro em uma cidade do interior em que já pululam candidatos para as eleições de 2008, tirando de seus baús as ultrapassadas e nunca cumpridas promessas. Moro em um cidade do interior onde é possível encontrar a qualquer hora do dia as ditas "autoridades políticas" fora de seus locais de trabalho e em ações que nada têm de administrativas ou legislativas.
Qual a razão disso tudo? Um desabafo! Cansaço, desânimo de ver que as coisas não mudam e quando isso acontece é para pior, muito pior, enquanto a população se acomoda para assistir realitys shows que a levem para bem longe de qualquer aparência de realidade. Nada mal para mastigar no final de semana, não!
Moro em uma cidade do interior ... com ruas esburacadas, sujas, porém, dotadas de lombadas estranhas, verdadeiros degraus nas avenidas, inclusive nas subidas como é o caso da Avenida padre Jaime...Quanta criatividade em engenharia...
Moro em uma cidade do interior sabendo que posso ser assaltada a qualquer hora do dia e em qualquer lugar, mesmo dentro da minha casa. Ou atropelada por um motociclista que não respeita as leis de trânsito, sem ver por perto nenhuma autoridade que o coiba. Moro em uma cidade do interior onde a fuligem da queimada da cana danifica a saúde das pessoas, sem que as autoridades ambientais tomem qualquer providência. Moro em uma cidade do interior em que já pululam candidatos para as eleições de 2008, tirando de seus baús as ultrapassadas e nunca cumpridas promessas. Moro em um cidade do interior onde é possível encontrar a qualquer hora do dia as ditas "autoridades políticas" fora de seus locais de trabalho e em ações que nada têm de administrativas ou legislativas.
Qual a razão disso tudo? Um desabafo! Cansaço, desânimo de ver que as coisas não mudam e quando isso acontece é para pior, muito pior, enquanto a população se acomoda para assistir realitys shows que a levem para bem longe de qualquer aparência de realidade. Nada mal para mastigar no final de semana, não!
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Mais uma vez Renan...
Como fiz e sugeri anteriormente, enviei e-mails para alguns senadores. Parece que a batata do Renan já está assando e, talvez, não vire pizza. Em todo caso, informei aos ilustres parlamentares em meus e-mails o que esperava deles ... (ainda acredito em papai Noel). Pelo menos dois acusaram o recebimento dos respectivos e-mails e, para minha surpresa, a assessoria do senador Eduardo Suplicy (PT_SP) ainda se deu ao luxo de me responder. Abaixo a promessa do ex-marido de Marta, a quem pedi que não seguisse o exemplo da ministra, mandando-nos "relaxar e gozar".
"Acuso o recebimento de sua mensagem e agradeço a confiança em mim depositada.
Diante de suas considerações, gostaria de informar que estou atento a todos os elementos que estão sendo apresentados ao Conselho de Ética, assim como aos votos em separado. Fui um dos primeiros Senadores a sugerir a realização de perícia nos documentos apresentados pelo senador Renan Calheiros. Também, telefonei para a esposa do senador Epitácio Cafeteira para que ela o convencesse a ceder quanto à concessão de prazo para a perícia, o que acabou ocorrendo. Recomendei, ainda, ao presidente do Senado, que compareça espontaneamente ao Conselho. Só darei meu voto, o qual ainda não anunciei, quando estiverem presentes todos os elementos para formação de minha convicção."
Atenciosamente,
Senador Eduardo Suplicy
"Acuso o recebimento de sua mensagem e agradeço a confiança em mim depositada.
Diante de suas considerações, gostaria de informar que estou atento a todos os elementos que estão sendo apresentados ao Conselho de Ética, assim como aos votos em separado. Fui um dos primeiros Senadores a sugerir a realização de perícia nos documentos apresentados pelo senador Renan Calheiros. Também, telefonei para a esposa do senador Epitácio Cafeteira para que ela o convencesse a ceder quanto à concessão de prazo para a perícia, o que acabou ocorrendo. Recomendei, ainda, ao presidente do Senado, que compareça espontaneamente ao Conselho. Só darei meu voto, o qual ainda não anunciei, quando estiverem presentes todos os elementos para formação de minha convicção."
Atenciosamente,
Senador Eduardo Suplicy
sexta-feira, 15 de junho de 2007
É tempo de moda ... fique atento

O que esperar de uma coleção inspirada num raio? Bem, no caso da Zoomp, que leva o raio em seu logo, um resgate do que a grife tem de melhor e mais emblemático. Foi um desfile com muito, muito jeans. No início, em vestidos estruturados em A; no fim, em tonalidades cinza-claras e shapes justíssimos. Tudo sempre usado de um jeito fresh e atual, totalmente em dia com os desejos de moda que estão no ar. Maxicamisas, como a que Alessandra Ambrósio (foto) usou para fechar a apresentação da coleção feminina, traziam golas poderosas - muitas vezes levantadas - e trabalhos primorosos de volume nas mangas. O foco da silhueta é sempre da cintura para cima e esta, na maioria das vezes, está marcada por cintos. Em momento mais "utilitário-esportivo", a marca aposta em parcas gelo, capas de náilon transparente, bloomers (ou shorts bufantes) e macaquinhos com bolsos tamanho GG. Para a noite, as mulheres Zoomp vão de minivestido futurista de vinil off-white.
(Por Mônica Salgado- no site SPWF, que vale consultar para saber das novidades para o verão).
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Reclame ao seu senador
Agora a comissão de Éti (ti)ca do Senado acha que nem é preciso ouvir o depoimento da jornalista Mônica Veloso ou do lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Junior, no processo que envolve o senador Renan Calheiros (PMDB/AL).
Tudo muito bem, tudo muito bom, visto que Calheiros já enviou sua defesa e é pessoa de ilibada e ilimitada confiança... Homem corretíssimo, que teve a infelicidade de pular a cerca na hora errada (rsrsrsrs).
Paro aqui qualquer cometário e convido todos que acessarem este blog a enviar e-mails, cartas, telegramas, mensagens de texto e o escambau para nossos queridos senadores. Afinal, a gente já sabe que aquele oasis no meio do Brasil é mesmo uma ilha da fantasia. Mas é preciso acordar nossos representantes oficiais e lembrá-los, em especial ao senador Eduardo Suplicy (PT), que em um caso envolvendo três pessoas as outras duas devem ser ouvidas.
Já enviei e-mails a todos e você?
Tudo muito bem, tudo muito bom, visto que Calheiros já enviou sua defesa e é pessoa de ilibada e ilimitada confiança... Homem corretíssimo, que teve a infelicidade de pular a cerca na hora errada (rsrsrsrs).
Paro aqui qualquer cometário e convido todos que acessarem este blog a enviar e-mails, cartas, telegramas, mensagens de texto e o escambau para nossos queridos senadores. Afinal, a gente já sabe que aquele oasis no meio do Brasil é mesmo uma ilha da fantasia. Mas é preciso acordar nossos representantes oficiais e lembrá-los, em especial ao senador Eduardo Suplicy (PT), que em um caso envolvendo três pessoas as outras duas devem ser ouvidas.
Já enviei e-mails a todos e você?
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